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A BETERRABA

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Originária da Europa, pensa-se que beterraba é utilizada como alimento e medicamento desde o neolítico. Porém o primeiro registo escrito sobre a beterraba surge na Mesopotâmia no século VIII AC. Têm surgido provas que várias culturas consumiam este alimento, desde os egípcios os gregos aos romanos até aos povos bárbaros.

Hoje em dia é reconhecida por ser um alimento saudável, quer as folhas e a raiz são comestíveis. É consumida crua em saladas, em pickles, em conserva, cozinhada, em forma de sopa e sumo. É ainda utilizada em larga escala pela industria alimentar como um corante alimentar, denominado por “vermelho beterraba”. É este corante que dá cor a vários doces, gelados, sopas, etc. A sua parente, a beterraba-sacarina, desempenha também ela um importante papel na industria alimentar. Esta beterraba é conhecida por ser muito rica em açúcar e hoje em dia muito da sacarose utilizada pela industria alimentar é obtida através da beterraba-sacarina.

Durante milénios a raiz e as folhas de beterraba foram também utilizada com fins medicinais variados, desde laxante a afrodisíaco.

Hoje em dia sabe-se que a raiz é uma boa fonte de ácido fólico, potássio, possuí uma mediana quantidade de vitamina C e as folhas são ricas em betacaroteno, cálcio, ferro. É por isso considerada por alguns como um dos “vegetais milagrosos”, uma “dádiva da natureza”. Há ainda que ter atenção que a beterraba em pickles ou de conserva perde muito dos seus nutrientes, minerais e vitaminas mas cozinhada.

Os fins medicinais mais comuns para os quais a beterraba foi e é ainda utilizada são:

Não entre em pânico nem se assuste se depois de consumir beterraba a sua urina e fezes ficarem rosadas. Isso significa apenas que a betacianina (o pigmento vermelho da beterraba) passou por todo o aparelho digestivo sem ser metabolizada. Isto acontece a pessoas que possuem uma incapacidade genética de metabolizar este pigmento (esta incapacidade afecta entre 10 a 14% da população e é inofensiva). Existem alguns casos em que a pessoa começa a sofrer desta condição repentinamente e fica alarmada, mas a explicação encontrada para estes casos é que a pessoa está sob o efeito de algum medicamente que a impede temporariamente de metabolizar a betacianina.

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